terça-feira, 26 de abril de 2011

The Wildest! (1956) - Louis Prima






Demorei alguns dias para escrever sobre The Wildest!, o primeiro álbum que ouço do canto americano Louis Prima. Não foi por falta do que falar, acho que a correria e o cansaço dos últimos dias me impediram de ter um tempinho para escrever tranqüilo sobre esse disco excelente.




Tenho tido excelentes surpresas até agora com esse blog, com altos e baixos todos os álbuns que eu escutei até agora são muito bons. Talvez me ajude um pouco o fato de que eu procuro não julgar as músicas pelo estilo, mas sim procure entender qual a melhor forma de os “degustar”. Talvez a melhor analogia seja essa mesmo, com as bebidas alcoólicas. Tanto a musica quanto o álcool nos dão prazer, ajudam a relaxar, a ver a vida com outros olhos. Por outro lado, nada combina menos com praia no verão que vinho tinto (talvez para alguns sim, mas para mim não!), ou uma cerveja geladíssima com fondue numa cidade serrana...




Há músicas para cada momento. The Wildest! se enquadra naquela categoria de discos para se ouvir quando se quer, ou se está, de bem com a vida, quando o mundo parece mais leve, as coisas menos difíceis, o céu mais claro e azul.




Talvez seja a origem italiana do cantor, se é que se pode dar crédito aos estereótipos. Os italianos são famosos por sua visão sanguínea da vida, que se manifesta no seu apreço à musica, à cultura, ao vinho e a gastronomia e, por que não, ao amor.




Claramente, esse álbum curtinho – são apenas 30 minutos – transmitem uma alegria de viver que já se transmite pela capa do álbum, onde o Louis Prima aparece exuberante e sorridente, cantando para a vida.




Trata-se de um álbum gravado ao vivo num bar, o Sahara, em Las Vegas, EUA. Dá mesmo essa impressão quando a gente ouve, parece que existe um mundo ao nosso lado se divertindo. As músicas parecem dizer “vem com calma, a noite nem começou ainda, sinta o swing, mexa o esqueleto!!”, enquanto você pega uma garrafa de chianti e vem no embalo dessa música gostosa de se ouvir.




Comigo, combinou bem ouvir o disco com uma taça de vinho conversando com os amigos antes de sair para a noite. Fui inclusive elogiado pela escolha.... Para mim é uma prova que o bom e velho jazz não tem época nem lugar!

sexta-feira, 22 de abril de 2011

The Tragic Songs of Life (1956), The Louvin Brothers






Tive grande dificuldade para entender o álbum “The Tragic Songs of Life”, dos Louvin Brothers, dupla de cantores de musica country americana que fez muito sucesso nos anos 50 do século passado.




Não é um estilo musical que me atraia muito, o country. Além de um pouco “meloso” demais pros meus ouvidos brasileiros do séc. XXI, confesso que também não gostei da voz dos caras, meio desafinada, o que talvez seja adequado pro estilo, mas o que faz esse disco um pouco difícil para quem o ouve pela primeira vez atualmente.




A conexão mais próxima que pude fazer com a realidade brasileira talvez seja o das duplas caipiras dos anos 50 aos 70 do séc. passado, como Milionário e José Rico, Sulino e Marrueiro, Palmeira e Biá, etc., mas esses tinham uma temática mais voltada pras coisas do campo, as maravilhas do interior, a beleza das mulheres do interior, as peripécias do homem do campo...




O grande tema dos Louvin Brothers é a tragédia romântica... O grande amor perdido, a separação forçada, a lembrança do amor distante... Tudo embalado ao som da viola e do banjo, numa cadência pausada e constante, lembrando talvez uma valsa ou uma polca...




Ouvindo o álbum, é muito fácil se perder em pensamentos. É o tipo de música que impõe a você uma melancolia saudosa, seja pelo ritmo ou pelas letras. Um dia, ouvindo o álbum e perdido em devaneios, comecei a lembrar dos tempos em que morei no sul dos EUA, no Tennessee. Lembrei do Parque das Smoky Mountains, cheio de trilhas e rios pela floresta, de Knoxville e Gatlimburg, da comida típica daquela região, das casas dos pioneiros...




Percebi então que o disco lembra muito aquele lugar... Acho que existem certos estilos musicais que fazem uma conexão tão grande com um lugar que mesmo em outro contexto vão sempre remeter o ouvindo pro seu lugar de origem. A chanson com a França, o axé music com a Bahia, o reagge com a Jamaica...




A música dos Louvin Brothers é assim uma porta de entrada pra alma do sul dos EUA, um túnel do tempo para um tempo antigo numa cultura estrangeira, quando as pessoas eram menos céticas e mais preocupadas com os grandes sentimentos do mundo. No fim, fiquei feliz de ter conhecido o disco.

domingo, 17 de abril de 2011

Elvis Presley (1956)


Escrever sobre o album “Elvis Presley”, lançado em 1956, para mim é um grande prazer. Trata-se de um álbum leve, gostoso de escutar, daqueles que você consegue ouvir estudando, indo pro trabalho, pegando estrada ou mesmo indo para balada.


Não se trata de nenhuma obra-prima fonográfica, uma vez que não foi feito de maneira uniforme, mas sim se valendo de gravações antigas e de algumas faixas novas. Tal fato, entretanto, não desmerece em nada o álbum, tanto que ele ficou 10 semanas consecutivas no posto número 01 da lista da Bilboard no ano de seu lançamento, o primeiro disco de rock’ roll a conseguir esse feito, tendo também sido o primeiro álbum de rock’n roll a vender mais de 1 milhão de cópias.


A mistura de influências é instigante: o rockabillly com suas influências country muito nítidas (e com um certo ar típico do sul dos EUA), a música negra americana, um certo toque funk e soul... Segundo a imprensa especializada, não se trata do melhor disco do Elvis, que teria amadurecido seu talento musical em obras posteriores, mas já é nítido para mim nesse album o porquê ele foi chamado de o “o rei do rock”.


A maior parte das músicas já é bastante conhecida da maioria das pessoas, tendo aparecido em diversos filmes e tocado bastante nas rádios. Aliás, qualquer pessoa que já tenha ido a uma festa com temática “anos 50” já ouviu o disco inteiro com certeza, sem nem saber. Ainda assim, é legal ouvir as músicas na seqüência proposta pelo álbum, mesmo sabendo que ele não é um álbum no sentido mais estrito do termo.


O disco é puro rock’n roll, a começar pela sua capa, que foi eleita como 40ª melhor capa de álbum da revista Rolling Stone`s. Ela é tão antológica para o mundo do rock que tempos depois, em 1979, o grupo de punk rock The Clash usou o mesmo design para a capa do seu álbum London Calling.


Fica nítido que a intenção do cantor é quebrar o paradigma vigente trazendo para o mainstream branco dos EUA a energia e a animação da musica negra, principalmente do sul daquele país. Acho que quem for ouvir esse disco andando na rua deve tomar um cuidado básico: não se deixe envolver pela pegada rápida dos acordes acelerados e a voz ritmada do Elvis cantando faixas como I`ve got a woman, Tutti Frutti, Blue Suede Shoes e Honey Money., e sair dançando no ritmo das músicas. Aconteceu comigo no metrô na última sexta, e não teve “cara-de-paisagem” da minha parte depois que evitasse os risinhos do povo ao meu lado.


Apenas uma faixa me decepcionou: Blue Moon, música conhecida do grande público brasileiro por ter sido tema de uma novela da Rede Globo, e que destoa do resto do disco numa interpretação burocrática e sem sal a parte do Elvis. Definitivamente não é a versão definitiva para música de Richard Rodgers.


O livro “1001 Discos para Ouvir antes de Morrer” informa ainda, como curiosidade, que embora todo relançamento desse álbum inclua a faixa Heartbreak Hotel, que foi a que de fato catapultou o Elvis ao estrelado mundial, que essa faixa na verdade não consta no álbum original, tendo sido lançada como single.


Mas, a despeito dos defeitos evidentes do disco, trata-se de um álbum que claramente merece estar na lista dos 1001 discos para ouvir antes de morrer, e que já faz parte do meu repertório conceitual de música. Aliás, é um álbum excelente para se ouvir na academia, fica a dica!

sábado, 16 de abril de 2011

U2 no Morumbi - 13 de Abril


Fico um pouco reticente em começar um texto com expressões como “meow” ou “cara”, parece que o sujeito está falando em algum chat, e não escrevendo algo para ser lido por outros. Ainda assim, não posso deixar de usar diversas vezes essas palavras para descrever o que foi pra mim o show do U2 na última quarta-feira, 13/04, no Morumbi, São Paulo.


Meow!!! Cara!!! Meow!!!! Que foi aquilo cara!!! (olhos arregalados)


Tinha grande expectativas para ver o U2 nessa turnê (se não fosse por isso não teria gasto 300 mangos num ingresso para a arquibancada), mas ainda assim fui muito melhor do que eu podia imaginar. O palco é surreal: parece um polvo ou um sapo gigantesco, cheio de luzes e com um “falus” gigantesco no meio (se alguém tiver uma descrição melhor do que seja aquela torre maluca é só me falar que eu atualizo aqui). Os efeitos foram estonteantes: jogo de luzes, o telão que dobrava de tamanho, as pontes-móveis por onde o Bono chegava perto da platéia, o caminho por meio da redzone...


Alguém pode me questionar: mas como você tinha grandes expectativas se no seu blog você disse que não conhecia nada de música? Calma, não tentem ensinar malandragem à malandro: eu não vivi minha vida toda enclausurado, apenas não tenho grandes conhecimentos musicais. Óbvio que já tinha ouvido o U2 antes (em especial Beautiful Day), e também já tinha lido bastante sobre eles na imprensa, a ponto de investir no ingresso por achar que valia à pena,


Pequenas impressões do show:


1. Encontrei lá uma senhora de Minas Gerais que foi ver os 3 shows, 2 na redzone! Fiquei impressionado, e me perguntei o que leva uma pessoa a curtir tanto (e gastar tanto) com uma banda... Confesso que não descobri resposta.


2. Fiquei arrepiado quando eles cantaram Sunday, bloody Sunday com várias fotos das revoluções árabes passando naquele telão gigantesco.


3. Confesso, fiquei triste porque fiquei à palo seco do meio pro final do show...


4. Fui com uma inusitada trupe: meu chefe e diversos colegas de trabalho. Confesso também: tomar uma breja com seu chefe no show do U2 e descobrir que ele é muito gente boa é muito bom.


5. O Morumbi deveria ser implodido. A localização daquele estádio é o grande erro do urbanismo no século XXI, depois da Avenida Paralela após prefeito João Henrique, em Salvador...


6. E depois pra voltar com 7 negos dentro de um táxi pro escritório? E depois, passar ainda na Augusta, ir no bar que eu sempre vou, e não encontrar nenhum dos meus amigos (que estavam todos lá?) Tava bem...


7. E dormir na casa do amigo e aparecer no trabalho no dia seguinte com a mesma roupa, e com cara de ameba??


Em suma o melhor show da minha vida! Não vai dar tempo de escrever hoje sobre o próximo álbum que eu vou falar sobre (Elvis Presley (1956), mas já adianto que ouvi todas as músicas inúmeras vezes, e o disco é muito bom! Até agora dei sorte, vamos ver o que me aguarda...


terça-feira, 12 de abril de 2011

In the Wee Small Hours (1955) - Frank Sinatra





Passei as últimas 24 horas ouvindo o álbum In the Wee Small Hours, do Frank Sinatra...



Confesso que quando comecei a escutar, tinha em mente aproveitar a minha empolgação inicial com a idéia do blog para ouvir logo um disco que não me chamava muito a atenção. Não que não goste do Frank: ouço há muitos anos “A Voz”, e já passei longas e prazerosas madrugas com uma taça de Merlot na mão ouvindo I’ve Got You Under my Skin e That’s life. Mas In the Wee Small Hours.... Nunca tinha ouvido, e fiquei com medo de não gostar do que eu ia escutar.



A resenha que consta no livro 1001 Discos é um pouco desanimadora. Sim, o disco simplesmente inaugura o conceito de “álbum”, com uma coleção coordenada de músicas em torno de um tema específico, e “A Voz” sempre me foi um ótimo atrativo... Mas o tema do álbum me parecia um pouco sombrio e triste, um misto de dor-de-cotovelo misturado com fossa, uma espécie de precursor do estilo consagrado no Brasil pela Maysa.



Frank Sinatra sempre foi para mim o arquétipo da alegria contagiante, da confiança intrépida na própria sobrevivência a despeito de tudo e todos, uma espécie de malandro carioca made in USA. É antológica nesse sentido a cena de “O Que Querem As Mulheres” em que Mel Gibson, no papel do arquétipo do macho alfa, tenta provar uma série de produtos femininos para criar uma campanha publicitária dançando músicas de Sinatra com uma taça de vinho na mão... O caro safo, que sabe que a vida não é um mar-de-rosas, mas que sabe o momento certo de se preocupar com isso.



Talvez isso representasse um “choque cultural” com o Sinatra de In the Wee..., e isso acabasse me fazendo não gostar do disco. Decidi ir aos poucos, para acostumar meus ouvidos. Cheguei ontem cansado da academia, tomei um banho e deitei na cama para dar uma fuçada na internet. Apertei o play e, nos primeiros sons da voz de Sinatra, percebi que teria uma ótima experiência pela frente.



Trata-se de poesia pura musicada. Sinatra parece querer controlar cada sentimento de quem está ouvindo a música, como quem dissesse “calma, deixa comigo agora, vou te falar o que é a vida”. Adormeci sem perceber, com o pensamento longe e uma profunda paz de espírito.



Continuei escutando o disco ao longo do dia de hoje, porém sem que ele causasse em mim o mesmo efeito. Pega metrô, vai pra academia, toma uma ducha, vai pro trabalho, atende telefonema, reunião com cliente, pega trem, vai pra pós... A correria do dia-a-dia pareceu demandar mais da minha atenção, e o disco foi relegado à periferia das minhas preocupações.



Enfim, voltando pra casa da pós já tarde da noite, resolvi dar mais uma chance pro álbum, e coloquei mais uma vez no iPod. Foi incrível. Parecia que estava em alguma daquelas cenas de filmes ou videoclipes em que o personagem principal fica em câmera lenta enquanto o mundo em sua volta continua andando sem parar.



Foi engraçado reparar no desencontrado balé das mulheres varrendo a estação da Sé enquanto os passageiros corriam para pegar o trem, o casal de namorados se beijando no vagão enquanto pessoas entravam e saiam a cada estação, o olhar distante das pessoas preocupadas em chegar logo em casa...



O final do disco foi apoteótico: saí do metrô e comecei a caminhar na avenida até a minha casa, que estava completamente deserta, com exceção de algumas pessoas conversando aqui e ali e uns carros passando em alta velocidade. Comecei a andar no meio da rua, aquela chuva discreta e o vento frio da madrugada dando um ar de inverno, parecei que o próprio Sinatra ia aparecer a qualquer momento de algum daqueles prédios escuros e silenciosos.



Tive a impressão de estar num daqueles filmes que se passam em cidades grandes e impessoais, em que os personagens lutam para encontrar um lugar ao sol em meio a suas rotinas, e de repente algo as acontece e funciona como mote para todo o roteiro. Foi engraçado o contraste também com o mesmo cenário sem a música tocando, parecia um lugar mais triste.



Em suma, trata-se de um álbum perfeito para aqueles momentos em que você quer – ou precisa – ficar sozinho e deixar o pensamento correr solto, de preferência com um bom copo de vinho na mão e aquela sensação boba de uma saudade que ainda não começou a incomodar, de um problema que vai te tirar do sério daqui a umas 2 horas, do chefe vai lhe atazanar a idéia, mas disse que não volta hoje mais para trabalhar.



Amanhã não ouvirei nada, vou me dedicar a curtir o show do U2.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Para começar...

Um dia desses, eu estava em casa sentado de noite assistindo TV, e me lembrei de uma foto que tinha visto um dia no Orkut de alguém: um casal se beijando encostado em uma caçamba de lixo, numa rua pouco iluminada e com muito lixo na rua, vestidos com calças apertadas, casacos de couro e uns cabelos desgrenhados e bem “exóticos”.



Tinha visto aquela imagem já inúmeras vezes, mas naquela noite específica me veio um estalo, comecei a sentir a poesia por detrás da cena, uma estética – para mim – muito mais niilista que contestatória ou provocativa. Fiquei encantado com aquilo, e pesquisando na internet descobri o movimento punk.



De pesquisa em pesquisa descobri os Sex Pistols – thanks, Wikipedia! – baixei o documentário deles (“O Lixo e a Fúria”) e o álbum “Never Mind the Bollocks, Here come the Sex Pistols”, o qual ouvi incessantemente durante uma semana.



Tempos depois no Facebook, vi um amigo postando uma foto da capa do livro “1001 Discos para Ouvir Antes de Morrer”. A foto do Sid Vicious na capa apontando o violão contra a câmera num tom supostamente ameaçador, mas que na verdade também evocava o espírito jocoso dos Pistols, deixou-me totalmente flipado.



“Então...” pensei, “tai uma coisa que eu nunca dei muita atenção na vida, música...” Decidi comprar o tal livro.



Foi paixão a primeira vista, passei horas lendo o calhamaço, cheio de fotos e estórias dos últimos 50 anos do showbizz. Várias bandas que eu já tinha ouvido os amigos falarem e tinha feito cara de paisagem pra não passar por analfabeto cultural desfilavam pela minha frente, com vários comentários e estórias.



Daí surgiu a idéia desse blog. Estava em busca de um hobby que me permitisse fugir um pouco dessa rotina trabalho-casa-pós-balada no fim-de-semana que tem sido minha vida em São Paulo nos últimos tempos. Talvez eu pudesse simplesmente sentar e ouvir todos os álbuns do livro, e mais alguns outros que me dessem na telha (não vi nada de Chico Buarque no livro, por exemplo, só Caetano, Elis Regina, Vinícius...) e escrever minhas impressões sobre os mesmos, pesquisar um pouco sobre eles na internet, sei lá, escrever sobre música...



Confesso que a idéia é no mínimo pretensiosa, por vários motivos: primeiro, porque não tenho a menor idéia de música, fora ter estudado teoria musical no colégio e ter ouvido um pouco de música na rádio; segundo porque, levando-se em conta que são 1001 discos, se eu escrever sobre um por semana levarei 19 anos e pouco para ouvir só a relação do livro (fora os demais que eu queira ouvir e não estejam listados ali, e os que forem lançados nesse meio tempo); terceiro, porque será um hobby, o que implica dizer que terei pouco tempo para me dedicar a essa empreitada.



Contemporizei com tais fatos entendendo o livro apenas como um roteiro em busca de um conhecimento musical um pouco mais aprofundando. Nos próximos meses (e, possivelmente, anos), quero entender um pouco melhor sobre essa parte tão importante da nossas vidas que é a música e o showbizz.


Começarei com um disco do Frank Sinatra, o primeiro do livro: “In the Wee Small Hours”. Talvez seja um pouco injusto em minhas observações no começo, mas a proposta não é uma análise profissional, mas a minha análise das músicas que eu ouvir. Desculpas a quem não gostar do que eu escrever, e obrigados ansiosos aos que gostarem desse meu texto desengonçado.



No fim das contas, I know, it’s only rock’n roll, but I like it!